Relatos de participantes da Missão Internacional na Estônia 

Para Roberto Tostes Reis, presidente da Prodemge, um destaque foi a pouca burocracia em processos oficiais do país, uma vez que as leis já foram criadas pensando no mundo digital, o que facilitou o caminho da Estônia. “Outro ponto de destaque foi o cidadão no centro do pensamento do Estado, já que o atendimento já foi pensado desde o começo e é interessante também falar um pouco sobre confiança entre governo, cidadãos e empresas. Grande parte dos serviços lá são de startups e empresas em parceria com o governo, então existe uma confiança muito grande entre eles, inclusive com países vizinhos como a Finlândia, então as soluções digitais usadas na Estônia são replicadas para a Finlândia, um país confia no outro”. 

 

“O que chamou a atenção nesse processo foi atender o quanto é importante que haja essa conexão entre os Estados para você fazer um papel de transformação digital, e ficou muito claro que é essencial que a gente consiga, durante toda a vida do cidadão, ter esses momentos inseridos”, comenta Márcio Cesar Pereira, secretário de tecnologia da informação da SEDI de Goiás. “Acho que a ABEP tem esse papel de conseguir interligar os estados, fazendo uma federação mais forte e de fato, fazer o Brasil ter uma transformação digital de peso e transformar o nosso país até nível mundial”, finaliza.

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