Representantes de TI debatem os desafios de reter talentos em tecnologia no setor público

Com os avanços tecnológicos e o mundo do trabalho virtual, novas oportunidades de carreira surgem todos os dias e levam talentos de TI a buscar outros desafios. Formas de reter esses talentos e garantir a melhor execução do serviço público foram o tema de debate do painel “Retenção de Talentos no Setor Público”.

 

Confira os depoimentos de Francisco Soeltl, conselheiro da ABES, Cristiano Ferri, representante da Câmara Federal e Marcelo Calmon, Secretário de Gestão e Recursos Humanos do Estado do Espírito Santo (SEGER).

 

“Primeiro, criar condições cada vez mais acolhedoras de trabalho dentro das organizações, com modelos flexíveis que deem autonomia, garantir cada vez mais e melhores condições remuneratórias e trabalhar bastante a colaboração com outras entidades para que a gente possa sempre otimizar os recursos de tecnologia e não cair no velho problema comum de retrabalho que nós temos na área pública”, explica Cristiano.

 

“É necessário oferecer um desafio para que o colaborador desenvolva uma solução usando tecnologias mais atuais, que o que ele mais espera hoje, especialmente os mais jovens, a oportunidade de trabalhar em um projeto que ensinar e o desenvolver. Dar feedback contínuo também, a liderança tem que ser aberta e os projetos têm que possuir pessoas de múltiplos perfis trabalhando juntas e se desenvolvendo com autonomia”, declara Francisco.

 

“A identificação de talentos em tecnologia passa pelo princípio de ficar atento aos ambientes onde esse profissional circula, então estamos falando de estar dentro do ecossistema de inovação onde geralmente esses profissionais circulam. É fundamental que a gente esteja atento a isso. Temos que discutir a  retenção de talentos sobre o contexto que nós vivemos”, finaliza Marcelo.

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